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Ensinar

Porque utilizar laboratórios virtuais

O laboratório virtual tornou-se uma boa alternativa a construção de um laboratório real, seja utilizando equipamentos usados ou novos. O problema tradicional com a utilização de equipamentos físicos é que eles são muito caros e ainda podem não ter todos os recursos que você precisa para passar no exame CCNA. Por isso é recomendável a utilização de laboratórios virtuais.

Abaixo estão três boas razões pelas quais você precisa de um simulador (ou emulador) de roteadores e/ou switches Cisco para ajudar você a se preparar para o CCNA, bem como na sua carreira para além do CCNA:

Perguntas em ambiente simulado no exame – A Cisco tem colocado muitas questões do tipo simulação para o CCNA, a fim de testar a capacidade do candidato para solucionar problemas e configurar dispositivos de rede em uma situação da vida real. O peso destas questões no que diz respeito à pontuação final CCNA é consensual a ser muito elevado, embora apenas Cisco saiba ao certo. Assim, é fundamental a prática exaustiva para esta parte do exame bastante difícil. Uma das melhores maneiras é o uso de um simulador, como o Packet Tracer (vamos falar dele num próximo post).

Retenção na Memória – Fazendo a configuração dos dispositivos de rede permitirá que você se lembre e compreenda melhor os conceitos difíceis CCNA. Networking é definitivamente um assunto prático, e apesar de ler os livros e entender as teorias dos livros é sem dúvida importante, realmente fazer a configuração e resolução de problemas será decisivo na fixação em sua mente de todo conhecimento teórico absorvido nos livros. Nesse ponto há grande diferença entre o real e virtual (pelo menos ao nível de CCNA)

Importante para os empregadores – Além do CCNA, é muito comum nestes dias ocorrer uma entrevista técnica para qualquer novo trabalho em rede. Os empregadores devem estar certos de que os candidatos tenham as competências técnicas necessárias para fazer o trabalho bem. Mesmo se você for tecnicamente qualificados e tiver as certificações necessárias, muitas vezes você será solicitado a demonstrar as suas competências técnicas em uma entrevista. Estes tipos de questões geralmente giram em torno de resolução de problemas de competências que são valorizadas pelos empregadores. Nesse ponto os laboratórios reais ganham vantagem, pois é mais valorizado o fato de o candidato já ter utilizado equipamentos reais, mas não tira a importância de usar simuladores/emuladores, caso os equipamentos reais não estejam a disposição.

Esse post é o primeiro de alguns que irei fazer daqui para frente, onde abordarei os principais recursos como o Packet Tracer e o GNS3.

Também mostrarei como utilizar ambientes reais sem decretar falência =)

Tem alguma sugestão ou dica, deixe nos comentários!

Abraços e bons estudos.

Cisco_CCNA

CCNA: Dica – Configurando o protocolo OSPF

Hello, Estude CCNA’s.

Que tal praticarmos um pouco as configurações do protocolo de roteamento dinâmico OSPF e o mais legal de tudo isso?

O conteúdo é grátis, vamos praticar bastante.

Caso você tenha outro material interessante e queira compartilhar conosco deixe seu comentário aqui.

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Abraços,
Fabiana Claro – EstudeCCNA
Cisco_CCNA

CCNA: OSPF Básico

Hello, Estude CCNA’s.

Para você que está em busca de resumos rápidos sobre OSPF aqui listamos algumas informações que você deve saber sobre o protocolo de roteamento dinâmico OSPF.

OSPF – O básico que você deve saber:

  • O protocolo OSPF é um protocolo de roteamento link-state;
  • O OSPF é um protocolo de roteamento classless (ou seja aceita VLSM), aceita também CIDR;
  • O OSPF suporta autenticação;
  • O OSPF tem uma distância administrativa padrão de 110;
  • Métrica do OSPF – A RFC 2328 não especifica quais valores devem ser utilizados para determinar o custo. O Cisco IOS utiliza as larguras de banda cumulativas das interfaces de saída do roteador para a rede de destino como o valor de custo.
  • OSPF usa endereços de  multicast: 224.0.0.5 ou 224.0.0.6 para encaminhar pacotes de inundação.  Se o pacote OSPF for encapsulado em um quadro ethernet, o endereço MAC de destino também será um endereço multicast: 01-00-5E-00-00-05 ou 01-00-5E-00-00-06;
  • O OSPF define cinco tipos de rede:

Ponto-a-ponto

Multiacesso com broadcast

Rede sem broadcast multiacesso (NBMA)

Ponto-a-multiponto

Links virtuais

  • O OSPF utiliza 5 tipos de pacotes diferentes para trocar informações entre si:

– Hello – Os pacotes Hello são utilizados para estabelecer e manter a adjacência com outros roteadores OSPF;

– DBD – O pacote de Descrição de Bancos de Dados (DBD) contém uma lista abreviada do banco de dados link-state do roteador que o está enviando, os roteadores que o recebem comparam com o banco de dados link-state local;

– LSR – Os roteadores que recebem podem solicitar mais informações sobre qualquer entrada no DBD enviando uma Requisição Link-State (LSR);

– LSU – Os pacotes de Atualização Link-State (LSU) são utilizados para responder às LSRs, bem como anunciar novas informações. Os LSUs contêm sete tipos diferentes de Anúncios Link-State (LSAs). Os LSUs e os LSAs são brevemente discutidos em um tópico posterior;

– LSAck – Quando um LSU é recebido, o roteador envia um Link-State Acknowledgement (LSAck) para confirmar o recebimento do LSU;

- Comandos de verificação OSPF

# show ip protocols

# show ip ospf neighbor

# show ip ospf

# show ip ospf interface

# show ip  route

#show ip route ospf

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Abraços,
EstudeCCNA

 

 

Cisco_CCNA

Cisco – Qual carreira seguir?

Olá, Estude CCNA’s.

Quando se entra no mundo das certificações de TI logo conhecemos a CISCO, uma empresa que fornece dispositivos para que a rede funcione dentro das organizações.

Também conhecemos a certificação mais famosa CCNA R&S porém fique sabendo que existem outras provas de certificação da CISCO que podem lhe oferecer outras possibilidades.

E para lhe auxiliar nessa pesquisa segue o link de favoritos que temos sobre as certificações da CISCO:

https://learningnetwork.cisco.com/community/certifications

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Abraços,

Fabiana Claro – EstudeCCNA
Índice

Grupo de discussão e Twitter

Olá, Estude CCNA’s.

O blog Estude CCNA vem crescendo a cada dia, ficamos felizes em ver que nosso trabalho está agradando muitas pessoas, mas o que a maioria talvez não saiba é que a ideia surgiu  de um grupo de discussão  no Google Groups e que esse grupo ainda está ativo.

Com intenção de movimentar as discussões e termos mais uma ferramenta de estudo (a discussão de dúvidas, ajuda entre os membros, etc) convido a todos a fazerem parte do grupo.

Acesse: http://groups.google.com/group/estudeccna

Outro recurso do blog é o nosso Twitter (@estudeccna) ele passará a ser um complemento do blog, apresentando notícias não somente do CCNA mas de TI em geral, conteúdos que provavelmente não entrariam no blog estão lá. Então siga-nos!

É isso galera, espero que façam bom proveito de todo conteúdo já postado e com certeza mais coisas virão.

Abraços é bons estudos!
ESTUDE CCNA

31

31 dias para o exame CCNA

Hello, Estude CCNA’s.

Você está na reta final dos estudos para prestar a certificação CCNA R&S, no entanto ainda está em busca de material de leitura para fazer aquela ultima revisão antes da prova.
Nós aqui do blog temos uma boa dica de material que são os livros :

E caso você pense que fomos patrocinados para falar dos livros acima, a resposta é não. Os livros são de qualidade e não ganhamos nem um centavo para indica-los, fazemos de coração.
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Fabiana Claro – EstudeCCNA

 

Cisco_CCNA

CCNA – Como Identificar endereçamento IPV6 incorreto na Prova – Básico

Olá, EstudeCCNAs.
Hoje iremos falar sobre ipv6 e daremos dicas de como identificar os endereços incorretos nas pegadinhas da prova de certificação.
Primeiro vamos conhecer o ipv6, nada muito complexo fiquem tranquilos.
O endereçamento ipv6 é constituído de 128 bits, existe uma divisão para facilitar a escrita do endereço.
Mas como assim?vamos visualizar essa divisão com a imagem abaixo:
ipv6-1

 

A divisão nada mais é que um conjunto de 16 bits separados por (:) conhecido como hexadecateto (hã!????), ou duo octeto para facilitar a memorização e pronuncia. Mas ainda assim surgiu aquela perguntinha dentro de você, onde estão de fato os 128 bits que nos prometeram hein?
O endereçamento ipv6 é escrito em hexadecimal, ou seja, é possível colocar letras e números de 0 até F, onde cada número ou letra é equivalente a 4bits e o total deles forma os 128 bits.
Vamos visualizar a conversão de hexadecimal para binário, mas só de alguns blocos pra entendermos melhor e caber na imagem senão vai ficar GIGANTE !!!!!:

ipv6-2
Cada posição foi convertida para binário em cada DUOCTETO.

Ficou claro que cada posição do endereço ipv6 seja ele letras ou números é representado binariamente de 4 em 4 bits totalizando os 128 bits prometidos pelo IPV6.
Para reduzir o tamanho do endereço escrito existem algumas opções que podemos utilizar.
Dica 1: É a omissão de zeros a esquerda, mas só vale a esquerda ok.
ipv6-3

O novo endereço ficou muito menor, essa opção de omitir os zeros a esquerda pode ser usado em toda a estrutura do endereço como mostrado acima.
Agora vamos treinar o que aprendemos acima.
Dado o endereço 2002:1000:0001:0000:0000:0000:0000:0000 responda qual a maneira correta de omitir os zeros?
a) 2002:1:01:00:0000:0000:0000:0000
b) 2002:1000:1:0:0:0:0:0

Como aprendemos acima, somente zeros a esquerda podem ser omitidos, zeros a direita não, notou a pegadinha em uma das opções?
Portanto a resposta correta é b) 2002:1000:1:0:0:0:0:0.

Dica 2: É a opção de redução de um conjunto de zeros (0) do endereço colocando :: Mas Lembre-se esse recurso pode ser utilizado apenas uma única vez.

ipv6-4
Exemplo 2 : Mas lembre-se use o :: com moderação!!!! Apenas uma vez no endereço.
ipv6-5

Agora é só praticar e estudar bastante.
fonte original de IPV6: http://ipv6.br/post/enderecamento/

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Cisco_CCNA

CCNA – SAGA TASK’s – EIGRP para IPV6

Olá, Estude CCNA’s.

Aqui estamos para mais uma Tarefa e dessa vez com IPV6 na parada.
1. Montar a topologia como modelo:
CCNA – SAGA TASK’s - EIGRP IPV6

2. Configurar os endereçamentos de Link-local ipv6 mostrados na topologia;
3. Configurar as interfaces loopback em ipv6 para R1 e R2 mostrados na topologia;
4. Configurar a largura de banda em cada interface;
5. Habilitar o protocolo de roteamento EIGRP para ipv6 conforme especificações abaixo:
– AS 6
– Router ID R1 1.1.1.1/ R2 2.2.2.2 / R3 3.3.3.3 / R4 4.4.4.4
– Deixe as interfaces de rede local ex: G0/0 ou outras,em modo passivo;
– Somente a interface de Lo 1 em R2 deve estar fora do processo EIGRP, as demais interfaces devem participar;
6. Testar conectividade básica EIGRP com comandos específicos, não se esqueça de postar nos comentários os comandos utilizados ;);
7. Sumarizar as redes de loopback em ipv6 e divulga-las no processo de roteamento EIGRP;
a) Sumarizar os endereços Lo 1,2 e 3;
b) Configurar a sumarização nas interfaces S0/0/0 e S0/0/1 de R1;
8. Configurar o balanceamento de carga de custo desigual em R4, utilizar variação de 10.
9. No roteador R2 configure uma rota estática padrão com saída para Loopback 1 e divulgue essa rota dentro do processo EIGRP;
10.Todos os roteadores devem ser capazes de pingar todas as redes;

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CCNA – SAGA TASK’s – OSPF e PVST+

Olá, EstudeCCNA’s.

Aqui estamos para mais uma Tarefa.

1. Montar a topologia como modelo.
CCNA – SAGA TASK’s - OSPF e PVST+

 

 

 

 

 

 

 

Requisitos da Rede:
VLSM segmentada por VLAN – Endereçamento IP
10.0.0.0/8
VLAN 10 – 120
VLAN 20 – 20
VLAN 30 – 20
VLAN 40 – 20
Link ponto-a-ponto – 2
——————————-
Descrição das VLAN’s:
SWA1
VLAN10-120hosts- ADM
Name ADM
Portas 1-24
SWA2
VLAN20-20hosts- MKT
Portas 1-24
Name MKT
SWA3
VLAN30-20hosts- RH
Portas 1-10
Name RH
——————————–
VLAN40-20hosts- FI
Portas 11-24
Name FI
———————————
Portas de Tronco
Portas G1/1-2 ou 23/24
Modo tronco sem negociação
Descrição TRUNK-PORTS

2- Configurações:
– Todos dispositivos devem possuir nome conforme a Topologia;
– Acesso remoto (SSH) – user admin password m003;
– Acesso local – enable secret ->m003;
– Demais senhas devem estar ocultas ao verificar a configuração;
– Habilitar o PVST+ em todos os switches da topologia;
– Configurar todos os switches como Switch Raiz em suas respectivas VLAN’s;
– Habilitar o recurso portfast nas interfaces f0/1 (SWA2), f0/11 (SWA3);
– Habilitar o roteamento dinâmico através do protocolo OSPF área 0 processo 1;
a) BorderA1 deve ser o DR da rede com o ID 10.10.10.10;
b) Ra1 deve ser o BDR da rede com o ID 10.10.10.9;
c) Ra2 deve possuir uma interface Loopback 1 ip 10.10.10.8/32;
d) divulgar as redes necessárias e a interface loopback com mascara curinga;
e) colocar as interfaces que não possuem dispositivos de layer 3 em modo passivo;
– Configurar o endereço MAC dos dispositivos finais estaticamente na tabela CAM dos Switches;
– Configurar a interface de gerenciamento remoto em cada switch;
a) SWA3 deve ser configurado com a interface de gerenciamento na VLAN 30;
b) Todos os gateways dos switches devem ser seus respectivos roteadores;
– Todas as VLAN’s devem ser nativas nos troncos e nas subinterfaces;
– Configurar as subinterfaces em RA2 de acordo com a vlan indicada, interface g0/0.30 e .40;
– Endereçamento por dispositivo: –Legenda–
.1 primeiro endereço válido
.2 segundo endereço válido
.U ultimo endereço válido
.T trunk ports

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