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Meios físicos: interligando dispositivos finais e componentes de redes

Olá, Estude CCNA’s

Vamos falar de um dos elementos essenciais da rede, pois sem eles não existiria a própria rede. Vamos falar dos meios físicos e suas características.

Antes que qualquer comunicação de rede possa ocorrer, uma conexão física com ou sem fio deve ser estabelecida.

O tipo de conexão física depende da configuração da rede. Em redes maiores, switches e APs são muitas vezes dois dispositivos dedicados separados. Em uma empresa muito pequena (três ou quatro funcionários) ou rede doméstica, as conexões sem fio e com fio são combinadas em um dispositivo e incluem um método de conexão de banda larga para a Internet. Esses roteadores de banda larga sem fio oferecem um componente de comutação com várias portas e um AP, o que permite que os dispositivos sem fio se conectem também.

Há 3 tipos básicos de mídia de redes, eles são:

  • Cabo de cobre: pulsos elétricos são os sinais padrão desta mídia;

  • Cabo de fibra óptica: a luz são sinais padrão;

  • Wireless: a transmissão de micro-ondas são os sinais padrão desta mídia;

 

O dados são codificados e depois introduzidos em um dos tipos de mídia, citado a cima.

A codificação é o processo onde há a conversão das mensagens em padrões de pulsos elétricos (no caso do cabo de cobre), luz (fibra óptica) ou eletromagnética (no caso de wireless) para que seja enviado na mídia.

Segue uma tabela com os tipos básicos de mídia com seus componentes físicos e com suas respectivas técnica de codificação dos quadros e seus métodos de codificação:

Tabela com as mídias básicas e suas características.

Ao escolher a mídia, é necessário levar em consideração as opções a abaixo, devido cada tipo de mídia possuir suas vantagens e desvantagens:

  • Comprimento do cabo: o cabo precisa abranger uma sala ou um ambiente maior?
  • Custo: O orçamento permite o uso de um tipo de mídia mais caro?
  • Largura de banda: a tecnologia utilizada com a mídia fornece largura de banda suficiente?
  • Facilidade de instalação: a equipe de implementação tem a capacidade de instalar o cabo ou um fornecedor é necessário?
  • Susceptível a EMI / RFI (Interferência eletromagnética / Interferência rádio frequência): o ambiente local interferirá com o sinal?

Segue a tabela com as mídias padrão (Ethernet), com sua largura de banda correspondente e o comprimento máximo do cabeamento:

Tabela de tipos de Ethernet e suas respectivos tipos de cabeamento e largura de banda.

Para mais itens de estudo seguem links:

Um dos vídeos mais completos do Youtube a respeito de conectividade:

 

Para quem quem não tem muito tempo disponível há outro vídeo, mais curto em relação ao anterior:

 

Para praticar o inglês, link com artigo da Cisco Press com  os 3 tipos de meio de transmissão:

http://www.ciscopress.com/articles/article.asp?p=31276

Outro link da Cisco Press, também abordando os tipos de transmissão, mas com alguns Quiz, que auxilio nos estudos para tirar certificação:

http://www.ciscopress.com/articles/article.asp?p=169686&seqNum=4

Trecho do livro Telecommunications Essentials, Second Edition: The Complete Global Source, disponibilizado no InformIT:

http://www.informit.com/articles/article.aspx?p=683070

Outra fonte de estudos legal, que já sugeri nos posts anteriores é o livro 31 Days Before Your CCNA Routing & Switching Exam, de Allan Johnson, o qual foi uma das referencias para este post. (Não recebo para divulga-lo rsrsr).

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EstudeCCNA
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Roteador: o que é, suas portas e como acessa-lo

Olá, Estude CCNA’s

Hoje falaremos um pouco sobre o mais importante dispositivo de uma rede, o roteador.

Muitas das vezes não paramos para analisa-lo, mas como um computador o roteador possui sistema operacional, unidade de processamento central, memória RAM e ROM.

Mas ele pode ser definido basicamente como um equipamento dedicado em definir a melhor rota para o envio e recebimento de pacotes de dados na rede. Também tem a utilidade de interligar as redes (LANs, WANs, e WLANs), pois ele trabalha tanto com endereçamento TCP/IP quanto com endereçamento físico (MAC).

Os seguintes aspectos devem ser levados em consideração na hora da escolha do router:

  • Expansibilidade: oferece a capacidade de flexibilidade para adicionar novos módulos, de acordo com as necessidades do ambiente;
  • Mídia: quais tipos de interfaces que o roteador suporta de acordo com as várias conexões de rede;
  • Recursos do Sistema Operacional: determina a versão do IOS carregada no roteador. Diferentes versões de IOS suportam diferentes conjuntos de recursos, dentre eles QoS, VoIP, segurança, complexidade de roteamento, entre outros.

O roteador pode conter várias portas, e com isso é importante identifica-las e entender a função de cada uma. Segue as principais portas encontradas:

  • Console: porta de configuração serial para acesso de linha de comando ao gerenciamento e configuração do roteador. Pode utilizar conector RJ45 e USB mini-b;
  • Porta Aux: Esta porta auxiliar é usada para conectar um modem ao roteador, que pode então ser usado para modificar remotamente a configuração no roteador;
  • Ethernet / Fast Ethernet / Gigabit Ethernet: interfaces de rede padrão usadas para conectar diferentes segmentos de rede;
  • Serial: Conecta um modem ou outro dispositivo serial para permitir a utilização de uma interface de rede WAN no roteador;
  • Porta da placa de interface WAN (WIC): porque uma grande variedade de opções de conectividade WAN estão disponíveis (por exemplo, T1, ISDN, ADSL), você pode usar esta porta para adicionar interfaces diferentes a um roteador padrão;
  • Porta de cartão de interface WAN de hardware (HWIC): com a integração de serviços em roteadores, a interface WIC tornou-se muito limitativa. A interface HWIC foi criada para suportar uma maior variedade de opções de expansão de hardware, como switches e cartões de serviço. Esta porta é compatível com a maior parte do hardware WIC mais antigo;
Portas encontradas no roteador Cisco 1921.

Portas encontradas no roteador Cisco 1921.

As conexões de um roteador são divididos em duas categorias:

  • Portas de gerenciamento: são portas utilizadas para configurar, gerenciar, manter e solucionar problemas com o roteador. Entre elas estão a portas consoles e auxiliares;
  • Interface de banda: interfaces configuradas com endereço IP para transportar pacotes. As interfaces Ethernet são as conexões de LAN mais comuns, enquanto as conexões WAN comuns incluem interfaces em série e DSL. A interface de banda pode ser subdividida em:

               -Interfaces de LAN Ethernet: usadas para conectar roteadores, switches, computadores, dispositivos LAN;

                -Interfaces seriais WAN: usadas para conectar roteadores e redes externas com distancias geográfica maiores;

Há várias maneiras de acessar o ambiente de CLI, para configura-lo, os mais comuns estão:

  • Console: utiliza uma serial ou uma conexão USB de baixa velocidade, fornece conexão direta (local) e acesso de gerenciamento fora de banda.
  • Telnet ou SSH: métodos para acessar uma sessão de CLI remotamente através de uma interface de rede ativa;
  • Porta AUX: similar ao acesso Telnet e SSH, porém usando uma linha telefônica e um modem de discagem.

Para mais itens de estudo seguem links:

Site de uma das séries de livros Dummies, onde há disponíveis alguns artigos sobre o mundo da Cisco que podem ajudar na hora do estudo para certificação. Dentre eles está o artigo das portas padrão de um roteador:

http://www.dummies.com/programming/networking/cisco/standard-router-ports/

Itens sobre redes e equipamentos, entre eles o roteador:

http://www.ciscopress.com/articles/article.asp?p=2189637&seqNum=5

Foto utilizada no post retirada do site: http://nhprice.com/tag/cisco-1921k9

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Considerações ao escolher o switch

Olá, Estude CCNA’s

Vamos detalhar mais sobre um dos equipamentos que nos acompanham na jornada da certificação ou no nosso dia a dia de trabalho, o switch.

Ainda que sejam equipamentos legados, você já se deparou com um HUB em alguma rede. O switch que é o “irmão” mais novo do HUB, são comumente usados para conectar dispositivos finais a uma única LAN, nas redes cabeadas.

Os HUBs eram instalados dentro de uma LAN pequena, onde o uso da largura de banda não era um problema ou o orçamento eram limitados. O hub pode ser definido brevemente como um equipamento de um único barramento, ou seja, não é baseado tecnologia sofisticada ou inteligente, também conhecido como repetidor.

Devido as limitações do HUB e com o avanço da tecnologia, os switches (ou também conhecidos como comutadores) foram ganhando espaço e mercado, devido ao seu poder de segmentar domínios de colisão e fornecer segurança aprimorada.

Na hora de escolher qual switch irá instalar em sua rede, você deve levar em consideração alguns fatores do equipamento, entre eles:

Tamanho: o tamanho é expressa em números de unidade de rack (U).

Custo: o custo de um switch dependerá do número e da velocidade das interfaces, dos recursos suportados e da capacidade de expansão.

Densidade de porta: os switches de rede devem suportar a quantidade adequada de dispositivos na rede.

Alimentação: Além das considerações PoE onde o equipamento é capaz de alimentar com energia dispositivos que forem conectados em suas portas, alguns switches baseados no chassi suportam fontes de alimentação redundantes.

Confiabilidade: o switch deve fornecer acesso contínuo à rede.

Velocidade da porta: a velocidade da conexão de rede é uma preocupação primordial para os usuários finais.

Buffers de quadro: a capacidade do switch para armazenar quadros é importante em uma rede onde pode haver portas congestionadas para servidores ou outras áreas da rede.

Escalabilidade: o número de usuários em uma rede geralmente cresce ao longo do tempo; portanto, a mudança deve proporcionar a oportunidade de crescimento. Pode ser dividida em comutadores com configuração fixa, empilhável ou modular.

Dependendo de onde o equipamento será implantado, também deve se levar em consideração em qual camada da rede hierárquica, design onde a rede é dividida em camadas discretas, facilitando escalabilidade e desempenho. São divididos em três camadas: acesso, distribuição e núcleo. Os comutadores na camada de acesso têm requisitos diferentes dos comutadores de distribuição ou núcleo.

 

Camada de acesso

Os switches de camada de acesso auxiliam na conexão de dispositivos finais na rede. Os recursos dos switches de camada de acesso incluem:

Port Security

VLANs

Fast Ethernet/ Gigabit Ethernet

Power over Ethernet (PoE)

Link aggregation

Quality of servisse (QoS)

 

Camada de distribuição

Os switches de camada de distribuição recebem os dados dos switches da camada de acesso e reencaminham para os switches de camada central. Os recursos dos switches de camada de acesso incluem:

Suporte a camada 3

Componentes redundantes

Alta taxa de encaminhamento

Gigabit Ethernet / 10 Gigabit Ethernet

Agregação de link

QoS

Politica de segurança / Lista de controle de acesso (ACL)

 

Camada central

Os switches da camada central compõem a espinha dorsal e são responsáveis por lidar com a maioria dos dados em uma LAN comutada. Os recursos dos switches de camada de acesso incluem:

Altissima taxa de encaminhamento

Suporte a camada 3

Gigabit Ethernet / 10 Gigabit Ethernet

Agregação de link

QoS

Componentes redundantes

 

Para mais itens de estudo seguem links:

Artigo do NO MUNDO DAS REDES, onde temos o modelo de rede hierárquico, seus benefícios e os princípios do design. http://nomundodasredes.blogspot.com.br/2011/10/modelo-de-rede-hierarquica.html

Itens sobre redes e equipamentos:

http://www.ciscopress.com/articles/article.asp?p=2189637&seqNum=5

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EstudeCCNA

 

Cisco_CCNA

Cisco – Qual carreira seguir?

Olá, Estude CCNA’s.

Quando se entra no mundo das certificações de TI logo conhecemos a CISCO, uma empresa que fornece dispositivos para que a rede funcione dentro das organizações.

Também conhecemos a certificação mais famosa CCNA R&S porém fique sabendo que existem outras provas de certificação da CISCO que podem lhe oferecer outras possibilidades.

E para lhe auxiliar nessa pesquisa segue o link de favoritos que temos sobre as certificações da CISCO:

https://learningnetwork.cisco.com/community/certifications

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Fabiana Claro – EstudeCCNA
Cisco_CCNA

CCNA: DICA sobre Protocolo STP

Olá, Estude CCNA’s.

Hoje vamos trazer um assunto que cai na prova de certificação da Cisco CCNA e também pode cair em outros tipos de provas que é o Spanning Tree Protocol ( Protocolo Spanning Tree).

No vídeo abaixo temos os conceitos básicos do protocolo STP, feito por Wairisson Gomes.

Para maiores informações sobre o protocolo Spanning tree e alguns conceitos básicos importantes como BPDU, Bridige Identifiers, Patch Costs, o processo de Eleição do Root-Bridge e os estados das Portas: Blocking, Listening, Learning, Forwarding  acesse:

CCNA 640-802 – STP – Spanning Tree – Parte I

CCNA 640-802 – STP – Spanning Tree – Parte II

STP material em inglês da cisco: https://www.cisco.com/c/en/us/support/docs/lan-switching/spanning-tree-protocol/5234-5.html

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Protocolo TCP/IP

Olá, Estude CCNA’s.

Vamos listar nesse post alguns links bacanas sobre TCP/IP. Afinal na como encontrar material grátis e seguro na internet.

Claro que existe sempre aquela mãozinha nos assuntos que caem nas certificações de tecnologia do mercado então vamos conferir. A ideia desse post é fazer um grande pacotão de informações.

 

Vamos começar então!

Para inicio de conversa não podemos nos esquecer do modelo de referência para o TCP/IP, o modelo OSI.

Links:

Temos também material em vídeo se preferir:

Entenda um pouco mais de redes – Parte I

Entenda um pouco mais de redes – Parte II

Vamos iniciar o estudo do tcp/ip com uma introdução, passando pelas camadas, mascaras e alguns protocolos, finalizando com alguns exercícios e material extra.

Cada tópico direcionará você para um tema especifico, basta clicar que uma nova página será aberta.

- Números Binários e Máscara de Sub-Rede
Classes de Endereços

Sub netting – divisão em sub-redes

- Introdução ao Roteamento IP
Exemplos de Roteamento
Tabelas de Roteamento
- ICMP
Protocolos de Roteamento: RIP, OSPF e BGP
ARP e RARP

  • Exercícios

Os exercícios estão em formato .pdf

TCP/IP

Calculo de Mascara de sub-rede

  • Mais conteúdo

Material para você aprofundar-se no assunto.

Sobre TCP/IP

http://migre.me/XYO9

http://migre.me/XYQG

Sobre redes em geral

http://migre.me/XYZG

http://migre.me/XZ0O

Mascara de sub-rede

http://migre.me/XZ7u

Encerro por aqui, espero que seja de grande ajuda para todos.

Sentiu falta de algo, viu algo de errado ou tem alguma sugestão? Sinta-se a vontade para dizer, comente, entre em contato conosco, compartilhe suas ideias e experiências.

Abraços e bons estudos!!

Cisco_CCNA

CCNA – Como Identificar endereçamento IPV6 incorreto na Prova – Básico

Olá, EstudeCCNAs.
Hoje iremos falar sobre ipv6 e daremos dicas de como identificar os endereços incorretos nas pegadinhas da prova de certificação.
Primeiro vamos conhecer o ipv6, nada muito complexo fiquem tranquilos.
O endereçamento ipv6 é constituído de 128 bits, existe uma divisão para facilitar a escrita do endereço.
Mas como assim?vamos visualizar essa divisão com a imagem abaixo:
ipv6-1

 

A divisão nada mais é que um conjunto de 16 bits separados por (:) conhecido como hexadecateto (hã!????), ou duo octeto para facilitar a memorização e pronuncia. Mas ainda assim surgiu aquela perguntinha dentro de você, onde estão de fato os 128 bits que nos prometeram hein?
O endereçamento ipv6 é escrito em hexadecimal, ou seja, é possível colocar letras e números de 0 até F, onde cada número ou letra é equivalente a 4bits e o total deles forma os 128 bits.
Vamos visualizar a conversão de hexadecimal para binário, mas só de alguns blocos pra entendermos melhor e caber na imagem senão vai ficar GIGANTE !!!!!:

ipv6-2
Cada posição foi convertida para binário em cada DUOCTETO.

Ficou claro que cada posição do endereço ipv6 seja ele letras ou números é representado binariamente de 4 em 4 bits totalizando os 128 bits prometidos pelo IPV6.
Para reduzir o tamanho do endereço escrito existem algumas opções que podemos utilizar.
Dica 1: É a omissão de zeros a esquerda, mas só vale a esquerda ok.
ipv6-3

O novo endereço ficou muito menor, essa opção de omitir os zeros a esquerda pode ser usado em toda a estrutura do endereço como mostrado acima.
Agora vamos treinar o que aprendemos acima.
Dado o endereço 2002:1000:0001:0000:0000:0000:0000:0000 responda qual a maneira correta de omitir os zeros?
a) 2002:1:01:00:0000:0000:0000:0000
b) 2002:1000:1:0:0:0:0:0

Como aprendemos acima, somente zeros a esquerda podem ser omitidos, zeros a direita não, notou a pegadinha em uma das opções?
Portanto a resposta correta é b) 2002:1000:1:0:0:0:0:0.

Dica 2: É a opção de redução de um conjunto de zeros (0) do endereço colocando :: Mas Lembre-se esse recurso pode ser utilizado apenas uma única vez.

ipv6-4
Exemplo 2 : Mas lembre-se use o :: com moderação!!!! Apenas uma vez no endereço.
ipv6-5

Agora é só praticar e estudar bastante.
fonte original de IPV6: http://ipv6.br/post/enderecamento/

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Fabiana Claro – EstudeCCNA
Cisco_CCNA

CCNA – SAGA TASK’s – EIGRP para IPV6

Olá, Estude CCNA’s.

Aqui estamos para mais uma Tarefa e dessa vez com IPV6 na parada.
1. Montar a topologia como modelo:
CCNA – SAGA TASK’s - EIGRP IPV6

2. Configurar os endereçamentos de Link-local ipv6 mostrados na topologia;
3. Configurar as interfaces loopback em ipv6 para R1 e R2 mostrados na topologia;
4. Configurar a largura de banda em cada interface;
5. Habilitar o protocolo de roteamento EIGRP para ipv6 conforme especificações abaixo:
– AS 6
– Router ID R1 1.1.1.1/ R2 2.2.2.2 / R3 3.3.3.3 / R4 4.4.4.4
– Deixe as interfaces de rede local ex: G0/0 ou outras,em modo passivo;
– Somente a interface de Lo 1 em R2 deve estar fora do processo EIGRP, as demais interfaces devem participar;
6. Testar conectividade básica EIGRP com comandos específicos, não se esqueça de postar nos comentários os comandos utilizados ;);
7. Sumarizar as redes de loopback em ipv6 e divulga-las no processo de roteamento EIGRP;
a) Sumarizar os endereços Lo 1,2 e 3;
b) Configurar a sumarização nas interfaces S0/0/0 e S0/0/1 de R1;
8. Configurar o balanceamento de carga de custo desigual em R4, utilizar variação de 10.
9. No roteador R2 configure uma rota estática padrão com saída para Loopback 1 e divulgue essa rota dentro do processo EIGRP;
10.Todos os roteadores devem ser capazes de pingar todas as redes;

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CCNA – SAGA TASK’s – OSPF e PVST+

Olá, EstudeCCNA’s.

Aqui estamos para mais uma Tarefa.

1. Montar a topologia como modelo.
CCNA – SAGA TASK’s - OSPF e PVST+

 

 

 

 

 

 

 

Requisitos da Rede:
VLSM segmentada por VLAN – Endereçamento IP
10.0.0.0/8
VLAN 10 – 120
VLAN 20 – 20
VLAN 30 – 20
VLAN 40 – 20
Link ponto-a-ponto – 2
——————————-
Descrição das VLAN’s:
SWA1
VLAN10-120hosts- ADM
Name ADM
Portas 1-24
SWA2
VLAN20-20hosts- MKT
Portas 1-24
Name MKT
SWA3
VLAN30-20hosts- RH
Portas 1-10
Name RH
——————————–
VLAN40-20hosts- FI
Portas 11-24
Name FI
———————————
Portas de Tronco
Portas G1/1-2 ou 23/24
Modo tronco sem negociação
Descrição TRUNK-PORTS

2- Configurações:
– Todos dispositivos devem possuir nome conforme a Topologia;
– Acesso remoto (SSH) – user admin password m003;
– Acesso local – enable secret ->m003;
– Demais senhas devem estar ocultas ao verificar a configuração;
– Habilitar o PVST+ em todos os switches da topologia;
– Configurar todos os switches como Switch Raiz em suas respectivas VLAN’s;
– Habilitar o recurso portfast nas interfaces f0/1 (SWA2), f0/11 (SWA3);
– Habilitar o roteamento dinâmico através do protocolo OSPF área 0 processo 1;
a) BorderA1 deve ser o DR da rede com o ID 10.10.10.10;
b) Ra1 deve ser o BDR da rede com o ID 10.10.10.9;
c) Ra2 deve possuir uma interface Loopback 1 ip 10.10.10.8/32;
d) divulgar as redes necessárias e a interface loopback com mascara curinga;
e) colocar as interfaces que não possuem dispositivos de layer 3 em modo passivo;
– Configurar o endereço MAC dos dispositivos finais estaticamente na tabela CAM dos Switches;
– Configurar a interface de gerenciamento remoto em cada switch;
a) SWA3 deve ser configurado com a interface de gerenciamento na VLAN 30;
b) Todos os gateways dos switches devem ser seus respectivos roteadores;
– Todas as VLAN’s devem ser nativas nos troncos e nas subinterfaces;
– Configurar as subinterfaces em RA2 de acordo com a vlan indicada, interface g0/0.30 e .40;
– Endereçamento por dispositivo: –Legenda–
.1 primeiro endereço válido
.2 segundo endereço válido
.U ultimo endereço válido
.T trunk ports

E ai já foi dar um pulinho no nosso face…. curti a gente lá, estamos por todas as mídias sociais… ;)
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